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Coco e Embolada - (Geraldo Aquino de Matos) PDF Imprimir E-mail
Artes do Sertão - Regional
Escrito por Emerson Azevedo   
Sex, 04 de Fevereiro de 2011 11:12

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.

 

Vim aqui embolar e o coco dançar

É muito coco para pouca cocada,

É muita rimação para lançar

Para a alegria da macacada.

 

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o candeeiro e derramaram o gás

 

Macacada que vibra com coloração,

Como no cabelo do nosso querido irmão,

Irmão para mim, Neto para os outros,

Galeguinho para outros escrotos.

 

 

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.

 

Nesse coco com muita embolada,

Vou falar até de um aro com tanga,

De uma mão desanelada,

Misturar um pouco de coco com pitanga.

 

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.

 

Nessa embolada bem nordestina

Vou falar de uma menina,

Conhecida como mascote,

Espero que ela nem me note.

 

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o cendeeiro e derramaram o gás.

 

 

Nesse coco bem rimado

Tem chupeta prá todo lado,

Tem inté estrangeira associada,

Querendo aqui também ser citada.

 

 

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o cendeeiro e derramaram o gás

 

Nesso coco bem nordestino

Tem estrangeira até do Ceará,

Chorando de saudade feito menino,

Com vontade de voltar.

 

Nesse coco eu não vadeio mais

Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.

 

Nessa embolada vou me despedindo,

Nesse coco ecoado de mansinho vou saindo,

Vou cantar lá no Mercado da Madalena,

Prá ver se o Marc lá entra em cena.

 

Fonte: Meu Sport

 
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