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Polêmica - Terra de Lucas - O novo Portal de Feira de Santana-BA
Canal ameaça condutores e pedestres na extensão da Fraga Maia PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Qui, 22 de Setembro de 2011 15:17

canal alt= perigo

Este é um problema sério que aflige a cidade de Feira de Santana, buracos nas ruas, nossa reportagem em circulação por Feira de Santana encontro e quase se acidentou com esse canal que oferece muito perigo aos que passam principalmente à noite onde a iluminação é deficiente.

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Escola Municipal Regina Vital pede socorro! 32 anos sem reforma. PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Qua, 03 de Agosto de 2011 17:52
Fotos: Emerson Azevedo

escola_regina_vital_alt_feiradesantana

Reforma urgente é o pedido de todos, desde a direção até o mais jovem estudante.

 

Fundada em 1979 e localizada no bairro do Campo Limpo em Feira de Santana a escola passa por um momento de calamidade que se arrasta há anos e o poder público tem demorado em tomar providências efetivas a fim de solucionar a situação. E desde que a atual diretoria assumiu no ano de 2008 são realizados pedidos de reforma para a unidade.

Reportagem completa
 
MSTB ocupa área em Feira de Santana PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Qua, 11 de Maio de 2011 17:44

movimento_sem_teto_alt_bahia_moradia

 

O Movimento sem teto da Bahia, ocupa desde o último dia 23 de abril, o local onde existiu a fábrica de laticínios da Alimba, às margens da BR 116 norte próximo à UEFS, fechada desde 1990 por motivo de falência.

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Cerca de 150 famílias dividem água suja com animais em Bonfim de Feira PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Qui, 08 de Outubro de 2009 17:03

Com a estiagem comum nesta época do ano no Norte e Nordeste do país 150 famílias de Bonfim de Feira, sofrem com a falta de água potável. A única fonte da região, que os agricultores ainda têm que dividir com os animais, está com a água suja.

 

A agricultora Aremita dos Santos pega água na Fonte do Jovino, no povoado de Caboronga, distrito de Bonfim de Feira. Ela usa a água para beber e cozinhar.

“Eu coloco na geladeira e no filtro. Nunca fervi a água. Bebo como ela está aí”, disse.

 

As famílias também usam a água para tomar banho e lavar louças e chão.

“Depois do banho, o corpo fica peguento. Os azulejos ficam amarelos e bem sujos” , explicou a agricultora Maria da Silva.

 

O povoado não tem água encanada. A fonte também mata a sede dos animais.

 

Segundo a agricultora Petrolínia Teixeira, algumas pessoas já passaram mal depois de beberem a água. “Já tivemos casos de pessoas que vomitaram, tiveram dores de cabeça e febre”.

 

De acordo com Esdras Figueiredo, "o carro-pipa aparece, só que o espaço de tempo é muito prolongado de um carro para o outro. Eles aparecem de quinze em quinze dias".

 

O secretário Municipal de Agricultura de Feira de Santana, Ozeny Moraes, informou que vai pedir a ajuda da companhia de engenharia rural da Bahia para que um poço seja perfurado no distrito.

 

Fonte: O Globo

 
Faltam fiscais para vistoriar obras em Feira de Santana PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Ter, 07 de Julho de 2009 18:23

A Prefeitura de Feira de Santana possui apenas a metade dos fiscais que seriam necessários para vistoriar as obras na cidade. Quem admite a deficiência é o diretor de Uso e Ocupação do Solo da prefeitura, Arcênio Oliveira. São cinco pessoas na fiscalização. "É muito pouco. No mínimo, deveria ser dez", calcula o diretor. Para contratá-los, seria necessário um concurso público, mas não há qualquer previsão neste sentido, observou ele.

Na semana passada, uma obra que não tinha licença do município desabou, matando um operário e ferindo outro gravemente. A construção já tinha sido notificada pela fiscalização por falta de licença.

O diretor não sabe precisar o volume de obras na cidade, mas observa que há um grande crescimento do setor. Para o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro, o número de fiscais atende à necessidade. Isso porque, além dos cinco já mencionados, há outros quatro que atuam na fiscalização das obras executadas pela própria prefeitura. "Tem ainda alguns outros funcionários que são deslocados em caso de necessidade", argumenta.

 

Ele ressalta que não é atribuição do governo vistoriar a execução da obra. "Essa tarefa é do responsável técnico. É ele quem assume se houver qualquer problema", diz.

Alvará – Antes de construir, é necessário obter um alvará específico para este fim. Mas o diretor Arcênio registra que é grande o número de obras que não seguem estes procedimentos exigidos em lei. Entre as principais exigências está a apresentação de um projeto para a construção ou reforma e a existência de um responsável técnico habilitado, seja engenheiro ou arquiteto.

O secretário Pinheiro minimiza o problema, afirmando que, ao final, o estabelecimento só poderá receber o "Habite-se" para funcionar se estiver com a

obra legalizada e que, por isso, as pessoas acabam procurando a regularização. No entanto, o diretor de Uso do Solo reconhece que quem executa a obra de maneira irregular tende a não se preocupar.

CREA-BA – Na seção local do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA), quatro fiscais verificam se as obras têm responsável técnico.

 

O inspetor auxiliar Diógenes Senna, que coordena o trabalho, confirma que, na maioria das obras que os fiscais do Crea visitam, não existe o alvará municipal. Não apenas nas obras residenciais, mas também nas comerciais. "Mesmo quando há o responsável técnico, muitas vezes falta o alvará. Não posso precisar a frequência, mas é a grande maioria das obras que não têm registro na prefeitura", revela.

Quando não existe o responsável técnico, o Crea tem o poder de multar. "O perigo é iminente. O profissional formado analisa os riscos e adota procedimentos para que sejam mínimos", explica Diógenes.

Embargos – "Tem obras que a prefeitura embarga, mas o construtor ignora. A gente entra na Justiça, não sai uma decisão, a construção fica pronta e o processo continua parado", queixa-se Arcênio Oliveira. Por conta disso, há empreendimentos funcionando na cidade que estão até hoje sem o alvará.

Ao deixar de contratar um profissional e pagar a regularização junto à prefeitura, o dono da obra não está apenas visando economizar. O diretor de uso do solo vê também um aspecto cultural nesta desobediência à lei. "As pessoas pensam que porque são donas do lote podem fazer o que querem", observa.

Entre as irregularidades mais comuns, estão o desrespeito do espaçamento mínimo entre a construção e o meio-fio ou o espaço lateral entre um imóvel e outro, informa o diretor.

Fonte: A Tarde Online

 

 


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