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Polêmica - Terra de Lucas - O novo Portal de Feira de Santana-BA
Cerca de 150 famílias dividem água suja com animais em Bonfim de Feira PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Qui, 08 de Outubro de 2009 17:03

Com a estiagem comum nesta época do ano no Norte e Nordeste do país 150 famílias de Bonfim de Feira, sofrem com a falta de água potável. A única fonte da região, que os agricultores ainda têm que dividir com os animais, está com a água suja.

 

A agricultora Aremita dos Santos pega água na Fonte do Jovino, no povoado de Caboronga, distrito de Bonfim de Feira. Ela usa a água para beber e cozinhar.

“Eu coloco na geladeira e no filtro. Nunca fervi a água. Bebo como ela está aí”, disse.

 

As famílias também usam a água para tomar banho e lavar louças e chão.

“Depois do banho, o corpo fica peguento. Os azulejos ficam amarelos e bem sujos” , explicou a agricultora Maria da Silva.

 

O povoado não tem água encanada. A fonte também mata a sede dos animais.

 

Segundo a agricultora Petrolínia Teixeira, algumas pessoas já passaram mal depois de beberem a água. “Já tivemos casos de pessoas que vomitaram, tiveram dores de cabeça e febre”.

 

De acordo com Esdras Figueiredo, "o carro-pipa aparece, só que o espaço de tempo é muito prolongado de um carro para o outro. Eles aparecem de quinze em quinze dias".

 

O secretário Municipal de Agricultura de Feira de Santana, Ozeny Moraes, informou que vai pedir a ajuda da companhia de engenharia rural da Bahia para que um poço seja perfurado no distrito.

 

Fonte: O Globo

 
Faltam fiscais para vistoriar obras em Feira de Santana PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Ter, 07 de Julho de 2009 18:23

A Prefeitura de Feira de Santana possui apenas a metade dos fiscais que seriam necessários para vistoriar as obras na cidade. Quem admite a deficiência é o diretor de Uso e Ocupação do Solo da prefeitura, Arcênio Oliveira. São cinco pessoas na fiscalização. "É muito pouco. No mínimo, deveria ser dez", calcula o diretor. Para contratá-los, seria necessário um concurso público, mas não há qualquer previsão neste sentido, observou ele.

Na semana passada, uma obra que não tinha licença do município desabou, matando um operário e ferindo outro gravemente. A construção já tinha sido notificada pela fiscalização por falta de licença.

O diretor não sabe precisar o volume de obras na cidade, mas observa que há um grande crescimento do setor. Para o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano, José Pinheiro, o número de fiscais atende à necessidade. Isso porque, além dos cinco já mencionados, há outros quatro que atuam na fiscalização das obras executadas pela própria prefeitura. "Tem ainda alguns outros funcionários que são deslocados em caso de necessidade", argumenta.

 

Ele ressalta que não é atribuição do governo vistoriar a execução da obra. "Essa tarefa é do responsável técnico. É ele quem assume se houver qualquer problema", diz.

Alvará – Antes de construir, é necessário obter um alvará específico para este fim. Mas o diretor Arcênio registra que é grande o número de obras que não seguem estes procedimentos exigidos em lei. Entre as principais exigências está a apresentação de um projeto para a construção ou reforma e a existência de um responsável técnico habilitado, seja engenheiro ou arquiteto.

O secretário Pinheiro minimiza o problema, afirmando que, ao final, o estabelecimento só poderá receber o "Habite-se" para funcionar se estiver com a

obra legalizada e que, por isso, as pessoas acabam procurando a regularização. No entanto, o diretor de Uso do Solo reconhece que quem executa a obra de maneira irregular tende a não se preocupar.

CREA-BA – Na seção local do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia da Bahia (Crea-BA), quatro fiscais verificam se as obras têm responsável técnico.

 

O inspetor auxiliar Diógenes Senna, que coordena o trabalho, confirma que, na maioria das obras que os fiscais do Crea visitam, não existe o alvará municipal. Não apenas nas obras residenciais, mas também nas comerciais. "Mesmo quando há o responsável técnico, muitas vezes falta o alvará. Não posso precisar a frequência, mas é a grande maioria das obras que não têm registro na prefeitura", revela.

Quando não existe o responsável técnico, o Crea tem o poder de multar. "O perigo é iminente. O profissional formado analisa os riscos e adota procedimentos para que sejam mínimos", explica Diógenes.

Embargos – "Tem obras que a prefeitura embarga, mas o construtor ignora. A gente entra na Justiça, não sai uma decisão, a construção fica pronta e o processo continua parado", queixa-se Arcênio Oliveira. Por conta disso, há empreendimentos funcionando na cidade que estão até hoje sem o alvará.

Ao deixar de contratar um profissional e pagar a regularização junto à prefeitura, o dono da obra não está apenas visando economizar. O diretor de uso do solo vê também um aspecto cultural nesta desobediência à lei. "As pessoas pensam que porque são donas do lote podem fazer o que querem", observa.

Entre as irregularidades mais comuns, estão o desrespeito do espaçamento mínimo entre a construção e o meio-fio ou o espaço lateral entre um imóvel e outro, informa o diretor.

Fonte: A Tarde Online

 

 
Feira debate novo modelo de segurança pública em meio a protestos PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Seg, 01 de Junho de 2009 16:02

Fotos: Emerson Azevedo 

Feira debate novo modelo de segurança pública em meio a protestos

A sociedade civil e instituições governamentais começaram a construir o que chamam de novo modelo de gestão de segurança pública em Feira de Santana. Propostas foram levantadas e discutidas por 400 representantes de diversos segmentos organizados, durante a 1ª Conferência Municipal de Segurança Pública, realizada no campus da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), nos dias 25, 26 e 27 de maio.

Leia mais...
 
Professores municipais param por 48h em Feira de Santana PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Sex, 29 de Maio de 2009 09:51
Foto: Reginaldo Pereira
Professores municipais param por 48h em Feira de Santana
 Paralisação dos professores, 53 mil alunos de 220 escolas estão sem aula

 

 Os 1.800 professores da rede municipal de ensino público em Feira de Santana, iniciaram uma paralisação de 48 horas, na manhã da ultima sexta-feira, (27/05). Os docentes se reuniram e seguiram em passeata pelo centro da cidade, com faixas de protesto, carro de som e amarras pretas na boca do abrigo nordestino até a secretaria municipal de educação da cidade.

Na pauta de reivindicações está o reajuste salarial de 12% para este ano. No entanto, o governo municipal ofereceu aumento de 5,6% e alega não ter como custear índice superior. Esta é a quarta vez, este ano, que os docentes realizam paralisações na cidade e deixam cerca de 53 mil alunos sem aulas nas 220 escolas do município.

Os professores se reúnem em assembléia dia (28/05), e depois voltam a se reunir no dia 5 de junho, quando decidem se entram em greve por tempo indeterminado ou não. Além de não aceitarem o reajuste divido em duas prestações (3,6% em maio e 2% em novembro), os professores pedem melhores condições de trabalho em algumas unidades de ensino.

Segundo a dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), Indiacira Boaventura, existem escolas com falta de material didático e sem iluminação e ventilação.

 

Fonte: A Tarde Online

 

 
Médicos fazem campanha para impedir micareta PDF Imprimir E-mail
Polêmica - em Feira
Escrito por Emerson Azevedo   
Seg, 13 de Abril de 2009 17:39

Um grupo de médicos espalhou seis outdoors em Feira de Santana solicitando o adiamento da realização da micareta do município, marcada entre 16 a 19 de abril.
O ex-diretor do Hospital Clériston Andrade, o médico Eduardo Leite, entrou com uma representação no Ministério Público alegando que com os hospitais cheios de pacientes com Dengue, a cidade não tem recursos nem estrutura para fazer a micareta este ano.

De acordo com a prefeitura de Feira de Santana, a administração pública ainda não recebeu nenhuma notificação do MP sobre o assunto
 
Fonte: Ibahia

 


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