| O capitalista e o poeta |
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| Literatura de Feira - poesias | |||||||
| Ter, 19 de Janeiro de 2010 11:53 | |||||||
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Tou rico! Tou rico! Pequenos gestos Máscaras caíram por terra Uma alma em trapos.
Sou rico... Sou rico... Pouco me basta Pérolas, carrego comigo Ninguém pode roubar.
Ao longe... Segue os amigos A tarde se calou Pincelando arrebol magnífico O eco do tolo martirizando Tou rico! Tou rico!
Com a fronte erguida O poeta apontou horizontes... Sou rico Sou rico Estes versos Ti quero ofertar.
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