| Dalila |
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| Literatura de Feira - poesias | |||
| Qui, 04 de Fevereiro de 2010 17:51 | |||
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Vai buscar Dalila,vai buscar Dalila ligeiro,ligeiro,ligeiro...Só que ele teve a falta de sorte, Dalila adentrou em sua casa sem bater na porta. Apaixonado de longas datas, não resistiu ao seu encanto. Ela veio robusta e acompanhada de pessoas interessantes, mulheres que foram feitas para o prazer, carro de luxo e wisque da melhor qualidade. Foram pro bar e lá todos falavam dela...Nas ruas o povo estava com seu nome na ponta da língua... Lá na baixada onde ela passeia solta o clima estava pesado. A Policia chegou atirando para todos os lados. Cinco corpos ficaram estendidos nas ruas. Entre eles o de um inocente de sete anos...Por onde ela passa deixa o povo sem rumo, a casa sem prumo. Deixa filhos distante dos pais, irmão contra irmão, separa amigos. Faz dias ensolarados em noites de inverno... Por isso meu caro amigo, se você ver Dalila, corra, corra ligeiro, ligeiro... Para bem longe dela. Aquele que prova do seu beijo, esta condenado a virar seu escravo.
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