| Cafés e Despedidas |
|
|
|
| Literatura de Feira - poesias | |||||||
| Qua, 08 de Fevereiro de 2012 16:09 | |||||||
|
Foto: Meio de Cultura
Tão lindo quanto misturar as cores do céu com os sons das flores
Tão legal quanto saltar de um pé de girassol numa piscina de chocolate
Tão, tão, tão mesmo
Tão sertão que meu cavalo só quer saber de beber chuva
Hum... água da chuva é bom... e se molhar seu cabelo, melhor ainda!
Abra sua cortina e mergulharei no fundo do seu olhar
Reencontrarei o que perdemos, a razão, o lar e o estar
Não estou, mas vou, eu sempre vou
Não precisa me entender, é só saber que sempre vou
Foi quase sem querer... que você...
O presente esta pronto, abra o laço, mas não machuque o papel
Podemos usá-lo novamente
Quem sabe no próximo café, ou na próxima estação
Se verão, atração, completo, retrato... nem sei...
Só queria fazer uma canção, que você pudesse cantar comigo
Só queria poder ficar, mas a despedida é minha sobremesa
Amiga ventríloqua louca da amnésia polifásica
Já arrumou as mudanças?
Não leve pra fora, todo tempo que perdemos
As gotas da saudade que fumaçaram os óculos da indiazinha
Essa lente de devassa astucia e inocência pastosa
Não jogue a mascara, e se precisarmos fugir?
Não desenhe o tamanho desta luta
Não sobre, seja, pense, é lá pra traz
É só refazer o caminho, e matar a formiga
Mas não beba as gotas da saudade que fumaçaram os óculos da indiazinha
Não leve pra fora, todo tempo que perdemos
Pois é tão lindo quanto o partir da areia os ramos serpenciais
da lua nona e sua rota conspiratória
Tão profundo quanto o partir do elo entreposto na
Simplicidade de um cavalo que bebe chuva
Tão, tão, tão mesmo
Tão sem noção, que nem mesmo eu a entendo
Mas eu sempre vou embora.
por Dan Souza
|
AAAAAAAh esse post me salvou!! queria...
É com pesar que leio essa notícia, po...
Obrigada por compartilhar dessa caus...
Muito bom o novo livro do weslley poe...
Parabéns pelo site!