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Lucas da Feira - Herói ou Bandido?
 

História
Glossário da Micareta para iniciantes PDF Imprimir E-mail
Feira de Santana - História
Escrito por Emerson Azevedo   
Seg, 13 de Abril de 2009 17:51

» Micareta

O festejo, um Carnaval fora de época, foi criado em Feira de Santana em 1937. Naquele ano, a festa foi criada por um grupo de feirenses, inconformados pela não realização do Carnaval, motivada pelas fortes chuvas. O nome do Carnaval temporão, fora de época, é derivado de uma festa francesa, Mi-carême. Em dois anos, ela não foi realizada, nas décadas de 40, pela Segunda Guerra Mundial, e 60, pela Revolução. A festa é, sem dúvida, uma das maiores manifestações populares do interior da Bahia e do Nordeste. Desde os anos 90 que a Micareta está implantada em várias capitais e cidades brasileiras, a partir do sucesso de sua realização em Feira de Santana, foco irradiador do evento. São Micaretas por quase todo o ano.


» Blocos

Os blocos são compostos por um trio elétrico e um carro de apoio e têm seu espaço delimitado por uma grande corda. Cada bloco tem cerca de 3000 associados/integrantes, que são identificados pelo uso do abadá, e contam com um esquema de segurança, envolvendo mais de 1000 homens.

Os trios elétricos desfilam cercados pelos associados do bloco e, do lado de fora da corda, por milhares de pessoas. Os artistas cantam e animam o bloco o tempo inteiro e a multidão pula, dança, paquera e se diverte.


» Trio elétrico

O trio elétrico é um grande caminhão equipado com modernos sistemas de som, além de instrumentos utilizados pela banda e um palco na parte superior, onde ficam o artista e a banda. A velocidade média do trio é de 2 Km/h, e ele ainda faz muitas paradas. Desta forma, completa o percurso de 6 Km, no circuito da avenida, em 7 ou 8 horas.

No circuito Maneca Ferreira tem aproximadamnete 2 Km, possibilitando aos foliões acompanharem o trio dançando e brincando.

» Carro de apoio

É também um grande caminhão, que como o próprio nome diz possui uma estrutura de apoio ao bloco, composta por:
- Bar e lanchonete
- Sanitários
- Posto de atendimento médico
- Camarote vip

» Abadá

O abadá é a fantasia que possibilita a identificação dos associados do bloco. Na verdade, cada associado tem direito a um Kit Fantasia, composto pelo abadá (camisa larga estampada e com o símbolo de segurança do bloco), short e adereços diversos.

Cada associado recebe 1 abadá para cada dia, sendo este diferenciado pela estampa ou cor e tendo o dia de uso especificado.

CUIDADOS COM O ABADÁ
Como o abadá é o que dá acesso ao bloco, ele é rigorosamente inspecionado pela equipe de segurança, para evitar a entrada de não-sócios. Deve-se ter cuidado ao cortá-lo para fazer outro modelo. Deve ser mantido o símbolo de segurança do bloco (a marca destacada), conforme é informado na entrega de fantasia e em folhetos constantes no kit. As pessoas que estiverem com o abadá dividido, sem o símbolo de segurança ou adulterado não poderão permanecer no bloco.

» Folião Pipoca

Os foliões pipoca são pessoas que participam do carnaval do lado de fora das cordas dos blocos. Eles podem acompanhar os blocos e suas atrações musicais sem pagar, porém não têm os privilégios nem a segurança dos associados dos blocos.

Eles se misturam aos ambulantes, que vendem desde cerveja até queijo coalho na brasa. Deve-se tomar cuidado, pois a quantidade de pessoas aglomeradas fora das cordas é muito grande.

» Cordeiro

Segurança responsável por levar a corda que cerca o bloco, permitindo assim a entrada somente de pessoas que estejam vestindo o abadá.


Fonte: Carnasite

 
Maria Quitéria PDF Imprimir E-mail
Feira de Santana - História
Escrito por Iago Marinho   
Ter, 10 de Fevereiro de 2009 19:20
Maria Quitéria
Foto: reprodução
 
Maria Quitéria nasceu no sítio do Licurizeiro, uma pequena propriedade no Arraial de São José das Itapororocas, na comarca de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira, atual município de Feira de Santana no estado da Bahia. A data mais aceita pelos pesquisadores para o seu nascimento é a de 1792. Foi a filha primogênita dos brasileiros Gonçalo Alves de Almeida e Quitéria Maria de Jesus.

Em 1803, tendo cerca de dez ou onze anos de idade, perdeu a mãe, assumindo a responsabilidade dos afazeres domésticos e da criação de seus irmãos. Cinco meses após enviuvar, o pai casou-se em segundas núpcias com Eugênia Maria dos Santos, que veio a falecer pouco tempo depois, sem que da união nascessem filhos. A família mudou-se então para a fazenda Serra da Agulha.

Na nova residência, Gonçalo Alves casou-se pela terceira vez, com Maria Rosa de Brito, com quem teve mais três filhos. A nova madrasta, afirma-se, nunca concordou com os modos independentes de Maria Quitéria. Embora sem uma educação formal, uma vez que à época as escolas eram poucas e restritas aos grandes centros urbanos, Maria Quitéria aprendera a montar, a caçar e a usar armas de fogo, conhecimentos essenciais à época.
Leia + sobre a vida de Maria Quitéria
 
A história de Feira precisa ser reescrita! PDF Imprimir E-mail
Feira de Santana - História
Escrito por Jairo Cedraz de Oliveira - Arquiteto   
Seg, 02 de Fevereiro de 2009 00:08
A história de Feira precisa ser reescrita!
Por que?!
 
Os 200 anos do Negro Lucas PDF Imprimir E-mail
Feira de Santana - História
Escrito por FRANKLIN MAXADO   
Qua, 31 de Outubro de 2007 00:00
Um dos maiores bandidos do Brasil, Lucas da Feira, se fosse vivo, teria completado 200 anos no último dia 18. Durante todo este tempo, sua lenda cresceu e se discute hoje se merece uma estátua.
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