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Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.
Vim aqui embolar e o coco dançar
É muito coco para pouca cocada,
É muita rimação para lançar
Para a alegria da macacada.
Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o candeeiro e derramaram o gás
Macacada que vibra com coloração,
Como no cabelo do nosso querido irmão,
Irmão para mim, Neto para os outros,
Galeguinho para outros escrotos.
Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.
Nesse coco com muita embolada,
Vou falar até de um aro com tanga,
De uma mão desanelada,
Misturar um pouco de coco com pitanga.
Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.
Nessa embolada bem nordestina
Vou falar de uma menina,
Conhecida como mascote,
Espero que ela nem me note.
Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o cendeeiro e derramaram o gás.
Nesse coco bem rimado
Tem chupeta prá todo lado,
Tem inté estrangeira associada,
Querendo aqui também ser citada.
Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o cendeeiro e derramaram o gás
Nesso coco bem nordestino
Tem estrangeira até do Ceará,
Chorando de saudade feito menino,
Com vontade de voltar.
Nesse coco eu não vadeio mais
Apagaram o candeeiro e derramaram o gás.
Nessa embolada vou me despedindo,
Nesse coco ecoado de mansinho vou saindo,
Vou cantar lá no Mercado da Madalena,
Prá ver se o Marc lá entra em cena.
Fonte: Meu Sport
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