| Exposições mostram possibilidades de se pensar o corpo humano |
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| Tá rolando em Feira! - Arte & Cultura | |||||||
| Escrito por Emerson Azevedo | |||||||
| Seg, 10 de Maio de 2010 00:48 | |||||||
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Está em exposição desde o dia 13 de maio até o dia 13 de junho, no Museu de Arte Contemporânea Raimundo de Oliveira, duas mostras de artes visuais, com os artistas plásticos: Gabriel Ferreira e Marluce Moura com o objetivo de entrelaçar linguagens que convergem a um mesmo fim: o corpo e sua interação com a cultura. O Artista Plástico Gabriel Ferreira, estréia o ano de 2010 com a mostra “Brinquedo dos Angolas – Capoeiragem” “Corpo, Movimento e Ludicidade”. Segundo Gabriel Ferreira, as telas e ilustrações apresentam a dinâmica da capoeira angola com vários aspectos gestuais e da vadiagem desses agentes sociais. A referida temática vem sendo trabalhada há 10 anos pelo artista, por meio do seu encantamento e proximidade com a atividade cultural. Em parceria com o Malungo Centro de Capoeira Angola tece o discurso imagético a partir dos textos produzidos pelo mestre de capoeira, historiador e professor Josivaldo Pires de Oliveira (Bel Pires), com o qual mantém atividade de publicação de ilustrações em livros e revistas especializadas, além de participar de mostras em outros estados do país e no exterior. “Para a abertura da mostra no MAC, o Mestre Bel Pires fará uma pequena palestra sobre o trabalho desenvolvido e temas correlatos”, finaliza.
Um olhar sobre a evolução sexual feminina na arte contemporânea.
A Artista Marluce Moura, apresentará a compreensão da corporeidade na sua arte e das varias formas de se vivenciar o corpo feminino neste cenário: o corpo ritualizado, o corpo mecanizado e o corpo sexuado. De acordo com Marluce, a mostra propõem uma reflexão sobre a feminilidade, analisando com várias abordagens dois pontos que representam uma mudança de comportamento - o Ponto cruz - A agulha é usada para reparar o estragado. Um grito contra o vazio. É importante despertar a atenção para o pensar e o fazer, bem como para o que acontece no ponto "g" - eliminar os limites. A artistista diz ainda está fazendo uma leitura da energia que oscila entre estes dois pólos,(cruz ao g) determinando o pensamento do ser para evolução, para a energia oculta em toda a parte. O trabalho dela é como uma excursão sobre o tópico do feminino X contemporâneo - uma discussão que analisa determinados mitos e realidades sobre a mulher e chega à conclusão de que estes são muito mais complexos do que muitos pensavam. “O corpo sugerido em diversas telas colocando ênfases alusivas à corporeidade e à sensualidade criando uma reflexão sobre uma suposta liberdade,” completou.
Fonte: Gabriel Ferreira Blog
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